Concorrência em produtos

junho 17, 2009

Parmalat, Gallo, Sadia e Kibon lançam produtos diferenciados e são as marcas mais citadas de leite, azeite de oliva, margarina e sorvete. Ao aliarem melhor conhecimento sobre os desejos do consumidor ao desenvolvimento tecnológico e aos estudos na área de nutrição, as empresas vêm oferecendo uma gama de novos produtos para um público cada vez mais exigente. As fabricantes por trás das marcas mais lembradas na categoria alimentação do Folha Top of Mind 2008, não por coincidência, são as que mais investem em novidades. A Parmalat adiantou com exclusividade para a Folha o lançamento do Zymil Sabores, leite deslactosado com sabores de maçã, pêssego ou baunilha. A Gallo Brasil acaba de colocar à venda o azeite Reserva Extra Virgem (com 0,4% de acidez); a Sadia anunciou a Qualy Vita, que auxilia na prevenção de problemas cardíacos; e a Kibon colocará mais 24 sorvetes em circulação na próxima temporada primavera-verão. E como detectar quais são as necessidades dos consumidores? “As empresas fazem um trabalho muito grande para descobrir as expectativas do ’shopper’ [comprador], que é quem escolhe e compra o produto. A inovação e a diferenciação são essenciais, já que hoje existem muito mais opções e muito menos tempo para decidir. Aqueles segundos do ’shopper’ em frente ao ponto de venda são cruciais para os fabricantes”, diz o professor Roberto Nascimento, do Núcleo de Estudos do Varejo da ESPM.

 

Postado por Giamile Rossato

Pontos Fracos – Para estudar ameaças e oportunidades da empresa.

junho 17, 2009

Kibon retira do mercado lote do sorvete Cornetto Ao contrário do que informava a embalagem, produto contém glúten. Empresa afirma ter retirado lote do Cornetto do mercado.

Ano passado a Unilever Brasil, detentora da marca Kibon no Brasil, retirou do mercado um lote do sorvete Cornetto Chococo que continua erros na sua embalagem. O rótulo informava erroneamente que o produto não continua glúten. Essas informações são extremamente importantes já que a imagem da empresa fica muito abalada depois de tal acontecimento.

Temos que dar importância a fatos que ja ocorreram anteriormente para traçar os pontos fracos da empresa e conseguir com isso dimensionar oportunidades e ameaças para a Kibon.

Postarei a partir de agora problema que ja ocorreram com a marca, cada vez que eu encontrar algum.

Postado por Giamile Rossato

Mais lançamentos

junho 17, 2009

Vejam que legal! É engraçado como esse mercado de sorvetes é movido pela indulgência e compra impulsiva. O consumidor é atraído diariamente por novidades nas gôndolas e quer provar de tudo.

Em Maio, a Kibon lançou dois novos sabores. Um especial para o dia das Mães, com uma mistura de framboesa e creme super feminina e uma edição do Sonho de Valsa, um dos bombons mais amados do Brasil.

Vale a pena conferir!

Postado por Beatriz Souza

Edições especiais – Festa Junina

junho 17, 2009

Para aquecer nosso inverno e já irmos entrando com tudo no clima das festas de Junho, a Kibon relança sabores amados pela galera – Sabores do Coração.

São eles: milho verde, acombinação saborosa entre o tradicional doce de milho e a cremosidade que só o sorvete Kibon tem. O gostinho gelado do Brasil, e amendoim, um dos sabores típicos agora também faz parte da família Kibon!

Uma edição especial que você não pode deixar de experimentar!

Postado por Beatriz Souza

Unilver comunica chocolate em 3 de suas marcas

junho 17, 2009

‘Loucos por Chocolate’ une três produtos da Unilever

Empresa divulga ao mesmo tempo Lux Luxo Sedução do Chocolate, sorvete Kibon Carte d´Or Brigadeiro e bebida à base de soja Ades Chocolate

A Unilever une três lançamentos de diferentes setores na ação “Loucos por Chocolate”. Até 15 de dezembro, os consumidores dos supermercados paulistas encontrarão promotoras da empresa, que passarão informações sobre o sabonete Lux Luxo Sedução do Chocolate, o sorvete Kibon Carte d´Or Brigadeiro e a bebida à base de soja Ades Chocolate. A idéia é mostrar o prazer que o chocolate pode proporcionar em diferentes momentos do dia e situações. A ação foi criada pela Bullet.

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Na ação, serão distribuídos mini-tabletes de chocolate e um folheto com um texto lúdico sobre os produtos e uma receita da Kibon. Além dessa, a Kibon terá outra promoção para consumidores em 100 hipermercados espalhados por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. Na compra de qualquer lançamento da linha de potes de 2 litros o consumidor ganha na hora uma taça de sorvete. A ação é valida de 2 de dezembro a 8 de janeiro.

Postado por Ellen Freitas

Kibon celebra 65 anos do Chicabon

junho 17, 2009

Diz a lenda que a marca foi criada como homenagem ao estereótipo da mulher carioca, de pele morena e ascendência africana

Mulato, doce e malandro, o Chicabon é o rei da sedução entre os picolés no Brasil. “Desde o seu lançamento há 65 anos, o Chicabon sempre foi o sorvete mais vendido no Brasil em unidades e representa 15% do valor comercial do segmento impulso, formado por cones, picolés e copos”, afirma a gerente de marketing de impulso da Kibon, Patrícia Borges.

Se considerarmos todo o mercado de sorvete, sozinho o Chicabon tem 2%, a maior fatia de um mercado altamente atomizado, completa a executiva da fabricante que lidera o mercado nacional de sorvetes, com 60% de market share no segmento de picolés e 51% na venda de potes.

“Mesmo diante da entrada de novos produtos, o Chicabon não sofre impacto. Nem mesmo a maior oferta de picolés de chocolate abala sua posição, porque ele tem sabor único”, acrescenta Patrícia.

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Na receita mágica que “fecha o corpo” de Chicabon contra os avanços dos concorrentes, garante-lhe sucesso constante de vendas e incrível fidelidade dos consumidores, além de assegurar-lhe a posição de marca-ícone, estão ingredientes como pioneirismo, sabor, constância, e distribuição.

Lançado em 1942, Chicabon é uma marca brasileira que, de acordo com o centro de documentação da Unilever, foi criada pela agência de publicidade contratada pela U.S.Harkson, a detentora da marca fantasia Kibon. O interessante é que nem o próprio centro de documentação da empresa sabe precisar qual foi a agência. “Pode ter sido a Ayer & Sun ou mais provavelmente a J.W. Thompson”, diz o relatório.

Embora não se saiba com certeza a agência autora, diz a lenda que a marca Chicabon foi criada como homenagem ao estereótipo da mulher carioca, de pele morena e ascendência africana, e ao apelido de Francisca, nome muito comum à época. Ou seja, é bem possível que algum publicitário dos anos 1940 tenha usado a oportunidade de batizar o produto do cliente para ganhar prestígio com alguma morena chamada Chica.

O sufixo “bon”, embora soe como um elogio a tal Chica (e provavelmente o seja), tem uma explicação que vai além da paquera: à época todos os produtos da Kibon carregavam esse sufixo, que funcionava quase como um sobrenome corporativo. E o mais interessante é que a tradição nem começou com o picolé moreno e sim com o primogênito da família Kibon, o Eskibon.

Embora seja sempre citado como um típico sabor que agrada ao brasileiro por seu gosto doce intenso, a fórmula do picolé não foi desenvolvida aqui, e sim nos Estados Unidos. Quando começou a ser produzido no Rio de Janeiro, o Chicabon já era comercializado em Xangai com outro nome.

Hoje, tanto a marca quanto a fórmula do Chicabon existem exclusivamente no Brasil. “Não pensamos em exportar essa marca porque o seu sabor intensamente doce não costuma agradar fora do Brasil”, explica Patrícia. Diante de tamanha paixão, a tarefa de criar uma campanha para celebrar os 65 anos de Chicabon tornou-se um desafio. “Decidimos que a campanha tinha que ao mesmo tempo mostrar a vitalidade e a tradição da marca”, diz Patrícia. 

A solução para esse briefing nasceu na agência Super Produções, que criou um Alternative Reality Game (ARG). O mote do jogo de cinco fases será a procura pela embalagem no1 do Chicabon. O jogo culmina em uma festa, marcada para 13 de dezembro, em que o vencedor será anunciado e levará para casa R$ 50 mil em barras de ouro. O público-alvo tem entre 17 e 25 anos, transita tão bem no mundo virtual quanto no real e tem disposição para aceitar esse tipo de jogo.

Postado por Ellen Freitas

Quem tem a conta?

junho 17, 2009

 

Muitas vezes, no mercado publicitário em meio à “dança das contas” nos deparamos com a seguinte pergunta “quem tem a conta desse ou daquele produto?”. Vamos responder à questão da marca Kibon:

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Postado por Ellen Freitas

 

Concorrentes: Sadia e os sorvestes Miss Daisy

junho 17, 2009

O frango não é mais prato principal. Pizzas, massas e agora até sorvetes recheiam o caixa da empresa

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Xandó, diretor: R$ 1,5 milhão para lançar a linha de sorvetes Miss Daisy

Lequetreque, aquele frango meio atrapalhado que usa óculos de motoqueiro e virou o símbolo da Sadia, anda cheio de ciúme de uma tal de Daisy. Ou melhor, Miss Daisy. Desde que ela chegou à empresa em 1999, os executivos do grupo não fazem outra coisa senão pensar na novata 24 horas por dia. “Miss Daisy é muito boa”, diz um gerente da empresa. “Tem grande potencial”, endossa o diretor comercial. “Ela é o símbolo de uma nova era para a Sadia”, derrete-se o diretor de marketing. Para quem ainda não teve o prazer de conhecê-la, vamos às apresentações: a “senhorita” Daisy é a marca de tortas e mousses da Sadia. Com ela, a empresa fechou um ciclo que teve início em 1997 quando a então criadora de frango, peru e suínos passou a apostar nos produtos de maior valor agregado. Em outras palavras, quando a agroindústria Sadia se transformou na Indústria de Alimentos Sadia. A estratégia era simples: estar na mesa do consumidor o tempo inteiro, do café da manhã à ceia. O plano era começar o dia com a margarina Qualy, ir para o almoço com os produtos “in natura” e massas frescas, pular para a mesa de jantar com pizzas, frios e derivados de frango (nuggets, hambúrgueres…) e invadir a ceia com sobremesas Miss Daisy. Na mosca: em quatro anos o faturamento da empresa saltou de pouco mais de R$ 2 bilhões para R$ 4,6 bilhões e as exportações explodiram. No balanço do primeiro trimestre de 2003, os industrializados apresentaram crescimento de 34,6% em relação a igual período do ano passado. Hoje, os tais produtos de maior valor agregado representam 78% das vendas de
R$ 729 milhões no mercado interno.

Na semana passada, a companhia deu mais um passo na sua estratégia de invadir a mesa do brasileiro. A ceia da empresa não estaria completa sem um item obrigatório em qualquer cardápio de sobremesas: o sorvete. Numa parceria com a La Basque, do banqueiro e empresário Aloísio Faria, a Sadia colocou no mercado, neste mês, seus potes de sorvete Miss Daisy com 360 gramas e três sabores: creme, chocolate e doce de leite. Ao todo, vai gastar R$ 1,5 milhão em desenvolvimento e marketing. A novidade foi apresentada ao setor em recente feira realizada em São Paulo. Para atrair os consumidores, a empresa mandou fazer um carrinho de sorvete da Miss Daisy. Os primeiros a se aproximarem foram os executivos da Kibon, preocupados com o novo concorrente.

Os próprios diretores da Sadia trataram de tranqüilizar os colegas da Kibon. “Nós vamos disputar apenas o segmento premium”, avisou o diretor de marketing Gilberto Xandó. Portanto, não esperem ver sorveteiros com jalecos da Miss Daisy oferecendo picolés nas praias brasileiras. O carrinho do evento em São Paulo foi puro marketing. A Sadia, na verdade, está desafiando outro concorrente: a americana Häagen Dazs. O mais curioso desta história é que a empresa brasileira não tem a mínima idéia do tamanho deste mercado. Não há cifras conhecidas nem estatísticas de crescimento do segmento. A Häagen Dazs não revela seus resultados. Os pontos-de-venda também não ajudam muito a dimensionar o consumo. A estréia da Sadia, portanto, foi motivada pelo desejo de completar a linha de sobremesas, pela estratégia de investir em produtos de alto valor agregado e por puro instinto de que há um grande potencial pela frente. Uma coisa a Sadia sabe. Ao produzir aqui, conseguirá cobrar metade do que a americana pede pelos seus sorvetes importados. “Mas o nosso produto está uma categoria acima”, diz Rodrigo Bertoncini, gerente da marca Häagen Dazs no Brasil. “Eles vão, no máximo, brigar com a linha premium de Kibon e Nestlé e com a própria La Basque.”

Postado por Ellen Freitas

KIBON ESQUENTA BRIGA DOS SORVETES

junho 17, 2009

Líder nacional reage ao avanço dos “importados”, abrindo

lojas exclusivas em shoppings e cinemas

Que gelateria que nada. A Kibon, líder do mercado nacional de sorvetes com 57% das vendas, não quer deixar que as marcas artesanais italianas ensinem o brasileiro a tomar sorvete. Nos últimos dois anos, grifes “importadas” como Parmalat, Sottozero e Stuppendo consolidaram-se e a fabricante perdeu sete pontos porcentuais. Preocupados com a queda nas vendas, os executivos da Kibon começaram a esquentar a cabeça em busca de uma solução. Não bastava vender potes e mais potes de sorvetes em supermercados ou milhares de picolés nas padarias e praias espalhadas pelo País. Era preciso agir. A primeira parte do plano de recuperação da Kibon sai dos freezers este ano: a Kibon Soft Ice. Não se trata de uma nova linha de produtos diet, mas de uma estratégia de abrir franquias da marca. A partir deste ano, os sorvetes passarão a ser vendidos em quiosques, co-brand (a convivência da marca com outras) e lojas específicas Kibon.

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Planos: quiosques compartilhados e franquias,
com investimento mínimo
de R$ 40 mil

 

A intenção da empresa – fundada em 1941 e comprada em 1997 por US$ 930 milhões, à vista, pela Unilever – é oferecer no ponto-de-venda aquele sorvete que o consumidor só podia levar para casa. As compras para consumo doméstico respondem por cerca de 50% das vendas de sorvetes no Brasil. “Queremos melhorar nossa presença no segmento de consumo fora de casa, que vem crescendo a uma taxa de 20% ao ano”, garante Andréa Napolitano, gerente de marketing da Kibon. As franquias serão tocadas pela Master Brasil, a empresa franqueadora da rede Dunkin’Donuts. Os investimentos iniciais de cada ponto vão variar de R$ 40 mil a R$ 85 mil e o plano vai priorizar locais com grande fluxo de pessoas, como shoppings, aeroportos, rodoviárias, estações de metrô e até cinemas.

O projeto-piloto começou pelo Nordeste. “Temos mais de 60 pontos com nossos parceiros em diversas cidades”, diz Andréa. O sucesso das vendas de sorvete em casquinha do McDonald’s – que, com seus 637 pontos, foi o campeão nacional desse tipo de sobremesa no ano passado – estimulou a iniciativa. No final de 2001, alguns pontos foram introduzidos em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sete das 206 lojas da rede Dunkin’Donuts testaram a novidade. Pelo visto, o resultado agradou. A presença mais forte começa a ser sentida a partir deste ano em todo o País. Outra novidade: além de casquinhas, a rede vai vender sundaes. E um dos mais antigos sucessos da marca, o Chicabon, também vai estrear nas casquinhas.

A guerra dos sorvetes está apenas esquentando. Lá fora, a Unilever adquiriu a líder do mercado americano, a Ben & Jerry. A Nestlé deu o troco e levou a Häagen Dazs. Apesar disso, a Unilever ainda detém mais do que o dobro dos volumes de vendas do setor do que sua concorrente. Por aqui, as duas gigantes têm um grande desafio: desenvolver o mercado nacional. O consumo per capita de sorvetes no Brasil ainda é baixo – 1,3 litro/ano, contra 23 litros/ano nos Estados Unidos ou 5 litros na China. O mercado mantém-se estagnado há três anos, com volume de cerca de 130 milhões de litros por ano.

Postado por Ellen Freitas

OS CAMPEÕES DE CONFIANÇA

junho 17, 2009

confiança

O instituto Ipsos-Marplan acaba de divulgar os resultados da “Pesquisa Marcas de Confiança”. Foram tabuladas as respostas a 1.340 questionários. A idéia do estudo é identificar as marcas, instituições e profissões de maior prestígio junto ao consumidor.
Eis os cinco rótulos mais citados, os chamados “Top 5 de confiança”:

 Postado por Ellen Freitas