E a Kibon é TOP OF MIND!

Um fator interessante à qualquer empresa é reconhecer sua posição no mercado e suas concorrentes diretas. Nesse sentido, o conceito de pesquisa “Top of  Mind”, ou seja a marca mais lembrada dentre as existentes, serve de base para medirmos o alcance da marca e sua participação no mercado.

Vejamos a notícias da folha online sobre a pesquisa em 2008. Só uma dica: a Kibon está entre eles!

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Top popular: do sanduíche ao sorvete

CHRIS MARTINEZ

A classe C elege Hellmann’s como a marca mais lembrada; Kibon e Consul ocupam o segundo e o terceiro lugar na pesquisa

A figura geométrica que por anos a fio simbolizou a distribuição de renda no Brasil mudou de formato. Esqueça o tradicional triângulo, com o cume pontiagudo e a base achatada. Agora, imagine essa base subindo alguns degraus e engordando substancialmente o miolo da pirâmide. A classe média ficou maior e este ano, pela primeira vez na história, passou a representar metade da população, mais precisamente 51,89%, nas contas da última pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). Na prática, isso quer dizer que 20 milhões de brasileiros mudaram de patamar.

Até recentemente marginalizada -sem crédito, com baixa escolaridade e pouca renda-, essa população inaugurou a era de uma nova classe média brasileira. São pessoas que melhoraram de vida, têm mais dinheiro e passaram a consumir produtos e serviços de melhor qualidade. O que acontece no Brasil é um fenômeno mundial que se repete nos países emergentes, a exemplo do Bric -quarteto de letras cunhado pelo banco norte-americano Goldman Sachs, que inclui, além do Brasil, Rússia, Índia e China.

Estudo do banco estima que, até 2030, mais dois bilhões de pessoas terão se somado à classe média mundial. Corresponde a uma multidão com rendimento mensal entre US$ 500 e US$ 2.500. No Brasil, essas pessoas têm renda mensal entre R$ 1.065 e R$ 4.591, segundo definição da FGV, e se entusiasmaram com o consumo por causa das prestações que cabem em seus bolsos.

Apelidados de emergentes, de classe C e, até mesmo, de ex-pobres, os cem milhões de brasileiros passaram a fazer a diferença no faturamento das grandes empresas e dos bancos. Afinal, têm aspirações e desejos próprios, conta bancária, voam de avião, compram carro zero e apartamento na planta. Gostam de decorar a casa e sabem, claramente, a diferença entre uma TV de plasma e um LCD.

O que chama a atenção especialmente em um momento de crise mundial é saber se essa nova classe C é uma bolha ou veio para ficar. “É um movimento sólido, não tem volta”, afirma taxativamente o economista Marcelo Néri, coordenador da pesquisa e diretor do Centro de Políticas Sociais da FGV. “O Brasil já fez o dever de casa, a economia está estabilizada e é justamente essa classe média que vai segurar o consumo daqui para frente”, acrescenta.

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Postado por Ellen Freitas

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