Mais informações sobre a história

Pesquisando mais sobre a história da marca Kibon, para complementar o primeiro post, achei um ótimo site como referência: O mundo das marcas.
Segue então a história da Kibon, com conteúdo mais completo e mais informações.
Ela estreou seus produtos quando a geladeira ainda era coisa rara. Alimento nutritivo, sobremesa da família, diversão das crianças, pecado preferido dos adultos: da praia ao freezer de casa, a KIBON desempenha muitos papéis, em uma longa relação com os brasileiros. Afinal, KIBON é gostoso e faz bem, há mais de 60 anos.
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A história
A história da KIBON começou na década de 30 na cidade de Xangai na China tendo origem em uma empresa criada por um empreendedor norte americano chamado Ulysses Harkson. Saboroso desde o início, o negócio acabou por se tornar lucrativo já nos anos 40, mas com a ameaça da Segunda Guerra Mundial, e conseqüentemente a tensão entre Japão e China, foi inevitável a transferência da filial para fora da área de conflito. Que sorte a do Brasil, que acolheu a nova empresa na cidade do Rio de Janeiro em 1941, fundada por John Kent Lutey, que trabalhava para a fábrica de sorvetes na China, com o nome de U.S. Harkson do Brasil. Antigas instalações alugadas da falida fábrica de sorvetes Gato Preto, aos pés do Morro da Mangueira, foram reformadas para abrigar as atividades da empresa, que colocou os primeiros 50 carrinhos de sorvete, já nas cores amarela e azul, nas ruas da “Cidada Maravilhosa” no ano de 1942. Mesmo nesta época de guerra as dificuldades foram superadas e a empresa adotou uma denominação “fantasia” para identificar seus produtos – Sorvex Kibon. A palavra SORVEX foi adicionada ao como forma de impressionar o consumidor, dando um ar futurista à sobremesa. Ainda neste ano, no verão, iniciou-se a produção de dois sorvetes que seriam os campeões de venda da empresa, atravessando décadas até os dias de hoje: Eskibon (um protótipo que contrariava todos os modelos até então conhecidos de sorvete: não era picolé, pois não tinha palito; e também não era servido em taças ou casquinhas. A camada de chocolate que o envolvia obrigava o respeitável público a mordê-lo para chegar ao “recheio”, o sorvete propriamente dito) e o picolé Chicabon.
 

 

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Durante esta década, a família cresceu. Surgiram os primeiros tijolos de sorvete, em sabores clássicos como morango e chocolate, e outros genuinamente brasileiros, como coco e castanha de caju. As campanhas publicitárias incluíam extravagâncias como aviões sobrevoando as praias cariocas e lançando picolés de pára-quedas. Antes que a década acabasse, a marca e os produtos KIBON já eram um sucesso. A partir de 1951, o nome KIBON passou a integrar a assinatura da empresa e os picolés ganharam os famosos palitos de madeira. Dois anos depois, a marca foi para a televisão e patrocinou um dos episódios do “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato. Com esta participação, também fez história, com seu nome citado no roteiro, inaugurou uma das primeiras experiências de merchandising da televisão brasileira. Em 1955, estreou programa próprio, a Grande Ginkana Kibon, que revelava talentos mirins da dança e da música. Em pouco tempo, a atração se converteria em líder de audiência da TV Record, permanecendo nove anos no ar. Até o fim da década de 50, mais novidades aparecem: sorvete em copinho e em lata, sundae, picolés de frutas tropicais e bolo gelado.
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Postado por Giamile Rossato

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